Porto Alegre, 22 de Maio de 2018   








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Trabalhadores estão submetidos a exorbitantes taxas de juros

Enquanto a Assembléia Legislativa não paga o que deve, relativo a parcelas atrasadas da URV, e não repõe perdas inflacionárias, a maioria dos trabalhadores da Casa já vendeu o 13.º de 2008 ao Banrisul. Como é notório, o custo do dinheiro em qualquer instituição bancária é elevadíssimo.

A respeito do assunto e segundo informes da imprensa, o juro médio cobrado do consumidor em empréstimos e financiamentos já é de 133,70% ao ano e supera em dez vezes a Selic (taxa básica), elevada em 23 de julho para 13% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central. Segundo a ANEFAC - Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, a diferença entre as duas pontas pode chegar a 1.500%, considerando o juro cobrado por algumas financeiras.

A elevação da Selic para 13% ao ano confirma a liderança do Brasil no ranking dos países com o maior juro real do mundo. Com a taxa de 7,2% (descontada a inflação) projetada para os próximos 12 meses, o país fica à frente da Austrália (5,7%), Turquia (5,3%) e México (2,7%).