Porto Alegre, sŠbado, 04 de abril de 2020








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Trabalhadores est√£o submetidos a exorbitantes taxas de juros

Enquanto a Assembl√©ia Legislativa n√£o paga o que deve, relativo a parcelas atrasadas da URV, e n√£o rep√Ķe perdas inflacion√°rias, a maioria dos trabalhadores da Casa j√° vendeu o 13.¬ļ de 2008 ao Banrisul. Como √© not√≥rio, o custo do dinheiro em qualquer institui√ß√£o banc√°ria √© elevad√≠ssimo.

A respeito do assunto e segundo informes da imprensa, o juro médio cobrado do consumidor em empréstimos e financiamentos já é de 133,70% ao ano e supera em dez vezes a Selic (taxa básica), elevada em 23 de julho para 13% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central. Segundo a ANEFAC - Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, a diferença entre as duas pontas pode chegar a 1.500%, considerando o juro cobrado por algumas financeiras.

A elevação da Selic para 13% ao ano confirma a liderança do Brasil no ranking dos países com o maior juro real do mundo. Com a taxa de 7,2% (descontada a inflação) projetada para os próximos 12 meses, o país fica à frente da Austrália (5,7%), Turquia (5,3%) e México (2,7%).